A capacidade criativa é nossa maior riqueza

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A escola foi criada para fornecer força de trabalho para as fábricas. Esse modelo de ensino tradicional é baseado nas linhas de produção das fábricas, como mostrado no Documentário “A Educação Proibida“. As pessoas iam passando e escutando, numa esteira, como se fosse numa indústria e saiam lá no final da “linha de produção” prontas para ir trabalhar num chão de fábrica. Essa é a história da criação do sistema educacional em grande parte dos países. Alguns países evoluíram com o passar dos anos e outros não. Alguns países evoluíram muito e outros pouco. Como dito por Sir Ken Robinson, esse modelo de sistema surgiu para atender as necessidades do industrialismo. Assim, a hierarquia do conhecimento está enraizada em duas ideias.

A primeira ideia é que os assuntos mais úteis para os trabalhos mais comuns estão no topo. Você provavelmente foi orientado a ficar longe do que você gostava quando era criança, com o argumento de que você nunca iria conseguir um emprego fazendo isso.

“Não estude música, você não será músico; não faça arte, você não será artista. Não dance, você não será dançarina. Não faça teatro, você não será atriz”. Conselhos com boas intenções, mas profundamente errados nos tempos atuais, pois são as habilidades emocionais – responsáveis por grande parte do nosso sucesso – podem ser desenvolvidas a partir dessas áreas. Ou você adquiriu inteligência emocional estudando matemática, geografia e física? Diversos estudos e pesquisas mostram que a inteligência emocional é mais valorizada no mercado de trabalho do que o quociente de inteligência (QI).

A segunda ideia é a habilidade acadêmica, que tenta dominar nossa visão da inteligência. Se pensarmos sobre isso, veremos que todo o sistema de educação é um processo prolongado de entrada na universidade. E a consequência é que muitas pessoas talentosas, brilhantes e criativas pensam que não são talentosas, brilhantes e criativas, porque aquilo em que elas eram boas não foi valorizado.

Chega um momento que percebemos o quanto não sabemos: na maioria das escolas e faculdades não nos ensinam sobre o mercado imobiliário, sobre compra e venda de imóveis. Não nos ensinam sobre o mercado de ações, bolsa de valores, investimentos e muitos outros conhecimentos realmente úteis, que todos deveriam ter acesso. Ou até o mais básico: finanças pessoais. Como lidar com dinheiro, como ter rendimentos passivos. Nem isso nós aprendemos nas escolas e faculdades, exceto raras exceções onde esses assuntos fazem parte do currículo. Estes, sim, são ensinamentos que precisamos do dia em que saímos da escola ou da faculdade até o dia que morremos.

Deveriam ensinar como investir dinheiro; como ter fluxo de caixa eficiente; como controlar despesas; como criar estratégias para solução de problemas e desafios; como desenvolver liderança; e a lista só aumenta.

Se o sistema educacional continua antiquado: sentar, ouvir alguém falando, ler um livro, fazer exercícios e provas; isso cria desinteresse, porque muitas pessoas não aprendem mais dessa maneira ou não tem interesse por assuntos que sabem que não vão usar no futuro. O sistema educacional não tem acompanhado o ritmo de avanço do mundo em outros campos. Pense como a medicina evoluiu. A medicina é indistinguível entre o que acontecia 100 anos atrás e agora. Basta observar a redução da mortalidade infantil e outros avanços.

No entanto, se olharmos para uma sala de aula do século passado e uma sala de aula do século atual, elas são quase indistinguíveis.

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Por tudo isso, eu acredito que somente a educação continuada e independente pode fazer as pessoas se desenvolverem para ter sucesso. Se você pensar nisso profundamente, se dará conta que as crianças começando na escola este ano estarão se aposentando daqui aproximadamente 60 anos. Isso se ainda existir a aposentadoria como a conhecemos hoje. Ninguém tem ideia de como o mundo vai estar em vinte anos, imagine em sessenta anos. Depois de me tornar pai, comecei a me interessar mais ainda sobre esses assuntos.

Nas minhas pesquisas, percebi que as nossas capacidades de inovação e imaginação são incríveis. O problema é que, geralmente, isso acaba se perdendo do caminho. As crianças, por exemplo, têm criatividade e imaginação muito maiores do que muitos adultos, até que um dia as crianças também se tornam adultas e a imaginação e criatividade acabam bloqueadas. Todos nós temos talentos e nós desperdiçamos esses talentos. Nós temos muitos talentos que não são aproveitados. Eu e você temos talentos que se perderam pelo caminho.

Observe que as crianças vão sempre tentar fazer algo novo, mesmo se elas não sabem, elas vão tentar. Elas não têm medo de errar até que, em algum momento, muitas são bloqueadas e vão começar a ter medo de errar. E ter medo de errar, na vida adulta, pode ter consequências indesejáveis.

Não quero dizer que errar é o mesmo que ter imaginação ou que errar é ser criativo ou que errar é ser inovador mas, muitas vezes, criamos algo a partir de um erro. No entanto, se não temos preparação emocional e psicológica para errar e seguir em frente, não encontraremos uma forma nova de pensar ou de agir. Quando nos tornamos adultos, a maioria de nós perde essa capacidade. Ficamos assustados e com medo de estarmos errados. Porque quando erramos, somos condenados.

Veja que nós fazemos tudo na vida dessa forma. Nós condenamos erros. Se um adolescente do ensino médio de uma escola pública tira zero numa prova, o que acontece? Dependendo da sua preparação emocional para errar, a tendência é que ele não continuará estudando. Sua estrutura emocional não foi preparada para isso. O sistema educacional não prepara a inteligência emocional e a estrutura psicológica da maioria das pessoas.

Um dos sintomas desse problema são os altos níveis de evasão escolar que nós temos no Brasil. Um em cada quatro alunos (25%) sai da escola antes de completar o ensino fundamental. E um em cada dez alunos entre 15 e 17 anos deixa de estudar nessa faixa etária. Numa comparação com 100 países com o maior índice de desenvolvimento humano, o Brasil está entre os 3 piores no ranking de evasão escolar. Apenas metade das pessoas no Brasil tem ensino médio completo. Veja esse dado: do total de pessoas que deveria ter o ensino médio, apenas metade completa essa fase dos estudos. E apenas 14% das pessoas tem ensino superior no Brasil.

As grandes causas da evasão escolar não são apenas os altos índices de reprovação e repetência e a necessidade de abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, existe o desinteresse dos jovens pela escola, por um sistema de ensino que não gera engajamento, que não corresponde às expectativas e às necessidades atuais da vida e do mercado de trabalho.

Isso não é culpa dos professores. Os professores são a ponta do iceberg. Estudei por 20 anos em escolas e faculdades e tive excelentes professores. O sistema como um todo não está funcionando. Um artigo do Instituto Ayrton Senna, menciona que os jovens têm quatro grandes desafios para fazer a transição do mundo da educação para o mundo do trabalho.

(1) eles terão que construir a própria identidade e seu projeto de vida;

(2) aprender as formas de convívio e de participação social;

(3) lidar com as exigências do mercado de trabalho; e

(4) ter resiliência (capacidade para adaptar-se a mudanças e capacidade de suportar situações desfavoráveis).

O sistema de ensino não está preparando as pessoas para responder a esses desafios. É necessário levar em consideração a individualidade de cada pessoa, sua história de vida particular, sua história familiar, seus interesses, seus talentos, seus sofrimentos, seus medos, seus sonhos e suas esperanças. Devemos estimular a autoestima e a autoconfiança das pessoas, e manter a motivação das jovens em suas capacidades de aprender e de ter sucesso.

O resultado é que estamos educando as pessoas fora de suas capacidades criativas. Perdemos boa parte da criatividade e da capacidade de inovar por um sistema que condena os erros. A maioria de nós foi educada somente para o trabalho manual e lógico. A inteligência emocional, que se tornou característica importante para o sucesso profissional no mercado de trabalho moderno, é deixada de lado.

O mundo progrediu e agora precisamos de pessoas que tenham mais imaginação, pessoas que pensem de forma criativa, pessoas que sejam inovadoras, que sejam críticas, que sejam independentes e tenham capacidade de trabalhar em cooperação e com especialização. Pessoas que saibam achar novas soluções para problemas novos.

Um dos arrependimentos que muitas pessoas têm é a escolha do curso superior, pois não é possível recuperar principalmente o tempo e a energia gastos em algo que elas escolheram fazer e, muitas vezes, escolheram a carreira errada, por uma influência da sociedade. Sem contar que é impossível recuperar o dinheiro investido. Muitas pessoas mudam ou desistem antes do final do curso superior. E outras pessoas sequer conseguem um emprego na área depois de ter ensino superior.

Paralelamente, há mais pessoas sendo formadas do que havia anos atrás. Sim, houve aumento na quantidade de pessoas com ensino superior. E haverá cada vez mais pessoas “completando” os estudos. No entanto, haverá uma combinação com a tecnologia que eliminará parte das profissões nas próximas décadas. O efeito da tecnologia na transformação do trabalho e o aumento da população terão um efeito imprevisível.

É possível que os diplomas de curso superior valerão muito menos do que valem hoje. Existem empresas que já estão minimizando o peso do diploma e de certificações no momento de contratar novos funcionários. Em alguns lugares, diplomas e certificados são apenas papéis, pois as empresas sabem que o conhecimento adquirido formalmente é insuficiente para o mundo real do trabalho (com exceção, obviamente, das profissões que têm regulamentação específica e exigem diploma e autorização para exercer a função, como medicina, engenharia, direito, entre outras).

Alguns empresários dizem que estamos na “Geração do Diploma”, que muitas pessoas só querem o diploma, mas a qualidade e produtividade do trabalho não aumentam na mesma proporção da quantidade de diplomas. O sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore disse: “Os empresários não querem ‘canudo’. Querem capacidade de dar respostas e de aprender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria”.

As empresas querem ver o resultado prático do trabalho. Não querem ver o diploma. No passado, se você tinha um diploma, você tinha um emprego. Se você não tinha um emprego era porque você não queria um emprego. Agora, as pessoas com diplomas muitas vezes estão exercendo outras funções porque não conseguem trabalho na sua área de formação.

Muitas pessoas não estão, de fato, preparadas para encarar o mercado de trabalho atual. Por isso, precisamos repensar radicalmente nossa visão sobre inteligência, competência emocional, habilidades pessoais e talentos naturais.

É interessante ver como as pessoas descobrem seus talentos. Veja a história de uma mulher chamada Gillian Lynne. Ela nasceu em 1926 e foi coreógrafa de espetáculos muito famosos como “Cats” e “Fantasma da Ópera.”

Ela conta como tornou-se bailarina. Quando estava na escola, Gillian não tinha esperança sobre seu futuro. A escola, nos anos 1930, escreveu para seus pais: “Nós acreditamos que Gillian tem um distúrbio de aprendizagem. Ela não consegue se concentrar. Ela está sempre inquieta.” Atualmente, o diagnóstico poderia ser “transtorno do déficit de atenção com hiperatividade”. Mas na década de 1930 essa definição não existia ainda.

Então, os pais dela a levaram para uma consulta num especialista. Lá estava a menina com sua mãe, sentada sobre as mãos por 20 minutos, enquanto o médico ouvia sobre todos os problemas relatados pela escola: Gillian perturbava as pessoas, não fazia os temas de casa nas datas certas e assim por diante. Lá estava Gillian, com oito anos de idade, sendo analisada.

O médico então senta-se ao lado de Gillian e diz: “eu ouvi todas essas coisas que a escola disse sobre você e eu preciso falar com sua mãe em particular. Então espere aqui um pouco, nós voltaremos logo.”

O médico levanta-se e, antes de sair da sala com a mãe de Gillian, liga o rádio que está na mesa e uma música está tocando. O médico e a mãe da menina saem da sala e o especialista diz para a mãe de Gillian: “apenas observe por essa janela”.

No minuto em que o médico e a mãe da menina saem da sala, Gillian levanta-se e começa a se mover no ritmo da música, com uma leveza magnífica, de um lado para o outro, com movimentos graciosos e plasticamente perfeitos. Sua mãe e o médico observam por alguns minutos, sem que Gillian perceba. O médico olha para a mãe de Gillian e diz sorrindo:

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“Sra. Lynne, Gillian não está doente. Ela é uma dançarina. Leve-a para uma escola de dança!”

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Então sua mãe fez o que médico “receitou”. Gillian conta que não tem como explicar em palavras como foi maravilhoso entrar para a escola de dança. Uma sala cheia de pessoas como ela. Pessoas que não conseguiam ficar quietas. Pessoas que precisam se mexer para pensar.

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Durante sua carreira, Gillian entrou para a Escola de Ballet Real da Inglaterra, tornou-se uma solista e abriu sua própria escola de ballet. Ela foi responsável por algumas das mais bem-sucedidas produções de teatro musical da história; protagonizou grandes espetáculos impactando milhões de pessoas e é extremamente bem-sucedida. Se essa situação acontece hoje em dia, um especialista possivelmente receitaria remédios para que a criança não incomode na escola, para ter “um bom emprego no futuro”.

Portanto, devemos ver nossas capacidades criativas como riquezas que possuímos e buscar o aproveitamento do nosso potencial. E, além disso, dar aos nossos filhos, às crianças e aos jovens a esperança de que eles podem ter um futuro promissor em qualquer área que desejarem e não apenas “treiná-los” para ter um emprego comum.

Muitas vezes precisamos que alguém nos puxe e nos mostre as oportunidades que a vida nos apresenta. Alguém que nos coloque em um nível superior. Muitas vezes precisamos que alguém nos mostre do que somos capazes.

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